‘Minha filha aprendeu a ler em seis meses com o Programa Alfa e Beto’

Um dos maiores motivos de orgulho dos pais é notar que seus filhos já estão lendo. Afinal, ensinar a ler e escrever é uma das tarefas mais importantes das escola, sendo o primeiro passo para a compreensão de tudo o que será estudado em seguida. Por isso, é imprescindível que as crianças sejam alfabetizadas ainda no primeiro ano escolar – caso contrário, não conseguirão aproveitar completamente as próximas séries.

No Rio de Janeiro, uma parceria entre o Instituto Alfa e Beto e a prefeitura municipal passou a focar exatamente nesse aspecto, garantindo a alfabetização na idade certa de centenas de crianças. Entre elas, Ana Luisa, aluna do primeiro ano e motivo de orgulho da mãe, Viviane Alvez, que relata:

“Tive o privilégio de minha filha estar participando do Projeto Alfa e Beto em sua escola. Eu precisei tirá-la da escola particular devido a problemas financeiros sérios e estava muito preocupada, pois o cronograma era muito diferente entre as redes de ensino. Graças a esse projeto, minha filha teve um progresso incrível e em seis meses começou a ler, e está lendo tudo em todo lugar! Em meses! Seis meses!”.

Nas salas de aula, os professores notam diariamente avanços significativos das crianças: maior rapidez para adquirir fluência de leitura, maior capacidade de expressão oral, de raciocínio lógico e de interpretação crítica de textos. A melhoria na rede de ensino se reflete no alto percentual de crianças que concluem o 1º ano lendo com autonomia.

O Instituto Alfa e Beto chegou à rede municipal do Rio de Janeiro em 2010 com o Programa Alfa e Beto de Alfabetização, implantado nas turmas de 1º ano do Ensino Fundamental. Em 2013, chegou aos 2º anos. Desde 2011, a adesão aos programas vem ganhando corpo em função dos bons resultados obtidos pelas turmas que utilizam os materiais do instituto. A comparação é permitida porque a Secretaria de Educação orienta as escolas a manter uma turma fora do Programa Alfa e Beto, o que facilita a comparação entre crianças de mesmo bairro e escolas.

Nos dois primeiros anos, as notas dos alunos que utilizam o programa são, em média, entre 15% e 20% superiores às das crianças da mesma escola que não o usam. A longo prazo, as diferenças positivas se acentuam. No ano passado, três de cada quatro alunos dos terceiros anos que haviam passado pelo programa nas séries anteriores tiveram desempenho bom ou muito bom na avaliação externa unificada, aplicada pela Secretaria Municipal de Educação no último bimestre de 2014; outros 18% tiveram desempenho regular, e apenas 8% ficaram abaixo do mínimo adequado.

Os resultados revelam uma marca do trabalho do Instituto Alfa e Beto, que se pauta nas evidências para oferecer o melhor programa de ensino para as crianças. Em busca desse ideal, o instituto também implantou nas escolas do Rio o programa Galáxia Alfa, aplicativo para tablets que auxilia na alfabetização. Utilizado por mais de 5.000 alunos no Brasil, o Galáxia Alfa coloca as crianças para interagir com a tecnologia de maneira educativa. Todas as atividades – e são mais de 2.000 – são pautadas para melhorar a proficiência da criança na leitura e na escrita.

 

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